Cinco
"dicas"
- O processo de aprendizagem
é permanente; é uma atitude ideológica e não um «slogan» para usar em brochuras
de imagem institucional ou uma vez por ano em reuniões de balanço (ou «brainstorming»,
como é mais fino dizer-se)
- O que é decisivo é manter um
fluxo permanente de saber entrando e saindo da organização; é ilusório "armazenar"
capital intelectual, como se fosse «stock» de mercadoria
- É preciso modificar na hora
o comportamento e o próprio desenho dos processos e da organização em função
das lições da realidade; a auto-crítica não é auto-flagelação e espiação de
pecados, mas uma ferramenta de competitividade
- É fundamental identificar os
bloqueios pessoais e organizacionais à aprendizagem, e ter a coragem de os
remover com uma estratégia "limpa", determinada e "transparente"
- É preciso criar um ambiente
organizacional em que se "alinhem" os valores e aspirações individuais
com os da organização; o cinismo institucional e a existência de uma cultura
por baixo da mesa são os piores roedores