Para
saber mais sobre a história da gestão
no último meio século
The Ultimate Business Library,
de Stuart Crainer, editado pela Capstone Publishing (home page em http://www.bookshop.co.uk/capstone),
de Oxford (Reino Unido), em Janeiro de 1997. (Resumo do livro na
Executive Digest de Fevereiro de 1997). Crainer é editor do Finantial Times
Handbook of Management e escreveu este livro a pensar na biblioteca dos 50 principais
livros sobre gestão.Gary Hamel juntou o seu toque pessoal, comentando cada livro.
- The
Age of Heretics de Art Kleiner, editado pela Nicholas Brealey, de Londres,
e pela Doubleday, dos EUA, 1996 (Uma entrevista com o autor e o resumo do
livro foi publicado na Executive
Digest de Fevereiro de 1997).
Kleiner é actualmente um reporter e escritor nova-iorquino. No livro conta
a saga dos "heréticos" desde 1946 a 1982, gente que fez uma espécie de «perestroika»
dentro das empresas de então, desde os fundadores da Escola das Relações Humanas,
aos futurólogos, até ao apogeu com o lançamento da obra de Peters e Waterman.
O autor prepara a continuação, com um próximo livro intitulado The Hour of
Reconstruction, em que abordará em particular o movimento da Qualidade, a
emergência do ambientalismo empresarial, o círculo de influência de Tom Peters
e a reengenharia. O autor pode ser contactado para a sua home-page em www.well.com/user/art
- Corporate
Man to Corporate Skunk - The biography of Tom Peters, de Stuart Crainer,
a ser editado em Março pela Capstone, em Oxford (RU). Peters impressionou
o autor vivamente. Conforme nos explicou , "ele foi inquestionavelmente o
mais influente pensador de gestão das últimas duas décadas". E é o mais perfeito
«transformer»: era o arquétipo de homem da nomenklatura da consultoria, e
transformou-se no oposto, no arauto dos heréticos; as suas ideias evoluem
rapidamente, sofrem mutações de acordo com os «tempos loucos» (a expressão
usada pelo próprio Peters) que vivemos. "Tem sido atacado muito por isso,
mas a meu ver injustamente", salientou-nos Crainer. E acima de tudo, a sua
palma de ouro é ter "literalmente inventado a indústria dos gurus".
- Dr.
Management - The Essence of Peter Drucker, de Jack Beatty, a ser editado
pela The Free Press, nos EUA, em finais de 1997 ou principios de 1998. Beatty
é um editor senior da revista americana The Atlantic Monthly. O livro ainda
está "numa fase larvar", com o autor embrulhado na pilha de livros e artigos
de Drucker, como ele nos explicou. A ideia ocorreu-lhe, quando verificou "a
escassez de livros sobre o seu pensamento" e descobriu que "o mais recente
já datava de há vinte anos".
- The
Witch Doctors - making sense of the Management Gurus, de John Micklethwait
e Adrian Wooldridge, editado pela Times Books em finais de 1996. É uma crítica
feroz aos gurus, em que é poupado apenas Peter Drucker, e nem sempre, por
estes dois agitados editores da revista The Economist.
- 50
Ideias e Técnicas de Gestão, de Jaime Fidalgo Cardoso, edição da revista
Executive Digest, 1996. Indispensável "dicionário" para complementar a leitura.
- Buzzwords:
as palavras mágicas da gestão, de J.M. Ventura Dias, publicado na revista
Organizações e Trabalho, nº 9/10, Dezembro 1993. O caminho da teoria da gestão
a partir das suas buzzwords, no quadro de um trabalho de pós-graduação.