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Thomas Piketty (o autor do melhor livro de Economia de 2014), em entrevista ao Expresso: «Imposto sobre as fortunas é preferível à austeridade»

ARTIGO ATUALIZADO — O autor do melhor livro de Economia de 2014, segundo o Financial Times e a McKinsey (prémio atribuído em novembro de 2014), entrevistado por Jorge Nascimento Rodrigues

O professor francês Thomas Piketty, autor de “Le Capital au XXI siècle” (editora Seuil, 2013, cerca de 1000 páginas) cuja tradução em inglês (“Capital in the Twenty-First Century”, Harvard Univeristy Press, 685 páginas) se tornou rapidamente líder da lista de best sellers na Amazon e esgotou nas livrarias norte-americanas, diz ao Expresso, na edição de 23 de maio de 2014, que a austeridade é a pior solução para diminuir o sobreendividamento público. Apontamentos sobre a polémica levantada pelo Financial Times até à resposta de Thomas Piketty.

Portugal não tem “modelo de negócio” — conversa com Mark Blyth, autor de “Austeridade — a história de uma ideia perigosa”

O problema é o modelo de crescimento. Sair do euro não resolveria, por si, essa falha, diz Mark Blyth, um dos críticos da austeridade que veio a Lisboa proferir uma conferência a 29 de novembro de 2013.
(c) JNR, 2013 — Entrevista para o semanário Expresso, novembro 2013, conduzida por Jorge Nascimento Rodrigues

Assembleia anual do FMI em Washington DC (outubro 2013): Riscos vindos das duas margens do Atlântico Norte

O Fundo Monetário Internacional divulgou o “World Economic Outlook” do outono e outros documentos de análise da situação económica mundial. Análise dos documentos divulgados entre 8 e 11 de outubro. (c) JNR, 2013

Técnicos do FMI defendem mutualização da dívida e seguro europeu de desemprego

Uma nota de discussão elaborada por técnicos do FMI faz um balanço negro das políticas de austeridade e sugere outras políticas, com quatro propostas “mínimas”.

FMI quer mais flexibilidade na austeridade e mais “estímulos” por parte do BCE

Conclusões do relatório do FMI sobre as políticas da zona euro, elaborado no âmbito das consultas ao abrigo do artigo IV do Fundo (IMF Country Report 13/231), e divulgado na ultima semana.
(c) JNR, 2013

A receita da austeridade está ferida de morte?

Três anos depois, o verniz estala na troika. O FMI já vai no segundo reconhecimento público de erros no desenho dos programas de ajustamento para os países periféricos da zona euro desde 2010. Os parceiros europeus da troika continuam em estado de negação, sem reconhecer qualquer erro, e alguns responsáveis europeus – como o presidente português – defendem a “reponderação” da presença do FMI na gestão da crise das dívidas na zona euro.
(c) JNR, 2013

Ecos de San Diego I — FMI volta a explicar-se sobre as suas “mudanças” de opinião

Ecos de San Diego I -- FMI volta a explicar-se sobre as suas

Gradualismo e não radicalismo à la Nike (Just do It) é a palavra de ordem, agora, do FMI. É preferível austeridade gradual, diz diretor do FMI na conferência anual da American Economic Association em San Diego na primeira semana de 2013. Carlo Cottarelli, diretor do Departamento de Assuntos Orçamentais do Fundo Monetário Internacional, falou num dos painéis da conferência anual da American Economic Association sobre as “evoluções” no pensamento da organização a propósito da gestão da crise em curso.

A “viragem” de orientação no FMI — a reunião de Outono de 2012: o início da derrota dos “austeristas”?

Palavras duras de Christine Lagarde, a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, sobre a gestão das crises das dívidas soberanas na zona euro e estudos de equipas do Fundo que colocam em causa o multiplicador orçamental da austeridade e as terapias aplicadas pela troika puseram a nu divergências de estratégia com as correntes “austeristas” integristas. TEXTO LONGO em seis actos.