Archive for Bretton Woods

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BRICS encostam FMI à parede — 6ª cimeira em Fortaleza (Ceará, Brasil)

Cimeira das cinco economias emergentes em Fortaleza coloca no terreno duas iniciativas “simbolicamente importantes”, refere Charles Collyns, economista-chefe do Institute of International Finance, a associação mundial do sector financeiro. O Banco dos BRICS e o Fundo de Garantia põem em causa a ordem criada há precisamente 70 anos em Bretton Woods.
© Jorge Nascimento Rodrigues, 2014

Nem G20, nem G2 – o mundo está entregue a um G-Zero, diz Ian Bremmer

Nem G20, nem G2 - o mundo está entregue a um G-Zero, diz Ian Bremmer

Uma entrevista com Ian Bremmer, um dos analistas que provocou a ira dos VIP em Davos este ano. Acha que o mundo tem um “vazio” derivado do declínio dos Estados Unidos como superpotência e da China não querer assumir o papel de parceiro na “gestão” do mundo.

“Fiquei cético em relação aos líderes europeus” (Barry Eichengreen)

“Fiquei cético em relação aos líderes europeus” (Barry Eichengreen)

A gestão da atual crise da dívida por parte dos líderes da União Europeia deixou desapontado Barry Eichengreen, professor da Universidade de Berkeley, na Califórnia, o mais europeísta dos académicos americanos.

Keynes contra o fantasma de uma guerra de divisas

À espera do ‘bancor’: John Maynard Keynes foi derrotado em Bretton Woods em 1944 no Hotel Mount Washington, mas a sua proposta para o sistema monetário internacional parece ter renascido, agora, das cinzas. Até o FMI estudou recentemente a sua “adaptação” aos tempos modernos. A Exame ouviu académicos e especialistas que pesaram prós e contras. Provavelmente continua uma visão, mas revela o génio do economista inglês sessenta anos depois. [TEXTO LONGO]

KEYNES REVIVAL: the “Bancor” proposal of the 1940s – useful for today?

A virtual round table with three specialists: Paul Davidson, Editor of the Journal of Post Keynesian Economics, author of John Maynard Keynes (Palgrave Macmillan, September 2007) and The Keynes Solution (Palgrave Macmillan, September 2009), Bernard Schwartz Center for Economic Policy Analysis in New Jersey; Rolf J. Langhammer, Vice-President of the Kiel Institute for the World Economy, one of Germany’s leading economic research institutes; and Bill Witherell, Chief Global Economist of Cumberland Advisors, a registered investment advisory firm headquartered in Sarasota, Florida, and past Chairman of the International Roundtable of the National Association for Business Economics.

The American “excepcionalism”: a default-proof superpower?

Criticizing deficit hysteria and debt-downsizing hawkery

A conversation with Yeva Nersisyan from the University of Missouri at Kansas City and Peter Dorman from Evergreen State College

Interviews by Jorge Nascimento Rodrigues, August 2010

G20 – The geopolitical advantage: different perspectives together in one place

An Interview with IMF historian James Boughton about the promise of the G20. Thoughts about the next April 2 summit in London and Lessons from History. An exclusive interview.

«Não há solução sem a China»

Indhira Santos, perita do think tank BRUEGEL, de Bruxelas, fala sobre as expectativas para a reunião do G20 de dia 2 de Abril.

The first ever truly global crisis – an interview with Franck Biancheri from the Newropeans

This crisis is definitely the terminal moment of the Bretton Woods system, 1944 version at the end of the World War and 1971-76 version after the Nixon shock. Also it’s the bridge for a change in the great power system. In this sense it’s a systemic crisis – not of capitalism as a system, but of the geopolitical, economic and financial system design from the 1940s. It’s completely different from the 1930s, refers Franck Biancheri, the leader of Newropeans. This is the first truly global crisis – a crisis of a world finally truly globalized in finance and economy.

Krugman sobre Keynes & mitos

“Persigo” o homem desde 1993 – e realizei algumas memoráveis entrevistas com Krugman no MIT. Ao “olhar” para a reunião do G20 e para a expectativa na próxima vaga de «Obamanomics», revisitei o actual Nobel. Não o encontro pessoalmente desde 1998, ainda ele não tinha cabelos brancos e não escrevia no The New York Times. Da última vez que estive com ele e o entrevistei … falámos precisamente de Keynes. São esses «links» que deixo ao leitor mais interessado.