Archive for BRIC
You are browsing the archives of BRIC.
You are browsing the archives of BRIC.
Pese a las críticas, la visión de O’Neill y su equipo en Goldman Sachs ha provocado tres consecuencias devastadoras en la percepción que había del mundo había hace una década.
Cabe recordar que el concepto de BRIC surgió al mismo tiempo que muchos analistas trataron de transmitir la idea de que los ataques terroristas del 11 de septiembre en los Estados Unidos había sido un punto de inflexión. “El mundo ha cambiado”, se dijo entonces. El que se unió el renacimiento inexorable de la superpotencia “soltera”.
Una visita BRIC a BRIC — (c) Jorge Nascimento Rodrigues, 2012
Breve história da vida de um acrónimo que se transformou em um clube político. Começou com quatro membros todos diferentes mas todos iguais na trajetória de deitarem fora a etiqueta de Terceiro Mundo ou de superpotência falhada. Acabaram por se “libertar” do próprio “pai”, Jim O’Neill, Mr BRIC que entrevistámos recentemente para o semanário português Expresso e para janelanaweb.com (em castelhano). TEXTO LONGO
No fue invitado a estar en Ekaterimburgo en junio del 2009 en la boda del club geopolítico de los BRIC. Pero si los cuatro países emergentes hoy en día usan la marca, a él se debe.
Entrevista © Jorge Nascimento Rodrigues, Enero 2012, Janelanaweb.com
Isso significaria “eliminar” alguns dos atuais membros do “clube dos ricos” e agrupar a zona euro numa só cabeça. Se não, um dia destes, um G8 das potências que dominam o crescimento enterra de vez essa invenção do presidente Ford. O novo livro de Jim O´Neill, o inventor do acrónimo BRIC.
O especialista francês em tendências geopolíticas e geoeconómicas propõe a realização antes de 2015 de uma cimeira entre a União Europeia e os BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), dando expressão a uma nova realidade que batizou de BRICE. Franck Biancheri acha que a União Europeia é uma “potência nova” com uma moeda nova e um projeto novo, e não um incumbente obsoleto. Os Estados Unidos estão em “declínio irreversível”, pelo que a Europa tem de procurar novas alianças.
A nomeação do presidente Hu Jintao para figura mais poderosa do mundo pela revista Forbes e a forma como o gigante asiático tem conseguido contornar os efeitos da Grande Recessão trouxeram, de novo, este país de 1300 milhões de pessoas para a ribalta
[Texto longo com entrevista, no final, a John e Doris Naisbitt, futurólogos das megatendências]
O multiplicador de Keynes já não é o que era – o endividamento deixou de ter efeito positivo na economia.
Nathan Martin, editor do blogue Economic Edge, e Christopher Rupe, editor do blogue The Financial Minority Report, produziram uma curva demonstrando a diminuição sistemática da produtividade marginal do endividamento na economia americana e alertando para a entrada da superpotência num terreno de risco.
Um livro publicado nos Estados Unidos afirma que a geopolítica entrou numa fase de transição. Paul Starobin, o autor, intitulou a obra sugestivamente: After America. Passaram 68 anos desde que o editor Henry Luce proclamou o “século americano” num editorial da revista Life, por ele fundada.
An interview with Paul Starobin, author of After America. It’s the first book from an American author speaking of an After America future.
An interview with Edward L. Morse, a former Deputy Assistant Secretary of State for International Energy Policy from 1979 to 1981, currently the Global Head of Research at Louis Capital Markets, a global independent broker-dealer.