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	<title>Janela na web &#187; brigde bank</title>
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	<description>O seu portal de Management em Português desde 1995 editado por Jorge Nascimento Rodrigues</description>
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		<title>«Bad bank» não obrigado!</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 10:45:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Nascimento Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jeremy Bulow, economista de Stanford (Califórnia), recomenda a criação de novos bancos e rejeita a ideia do Estado assumir a criação de um banco de lixo financeiro (bad bank, na gíria tecno-financeira), como o governo da Alemanha apresentou, recentemente, ao Parlamento em Berlim.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“É preferível criar novos bancos que possam aguentar-se nas suas próprias pernas do que um banco repositório de lixo”, diz-nos <a href="http://faculty-gsb.stanford.edu/bulow/">Jeremy Bulow</a>, professor de Economia da Graduate School of Business da Universidade de Stanford, na Califórnia. Ele cunhou, com o professor inglês Paul Klemperer, o termo de <em>bridge banks</em>, <a href="http://www.voxeu.org/index.php?q=node/3320">“bancos-ponte”</a>, em oposição ao <em>bad bank</em>, “banco ruim”, ultimamente em foco. </p>
<p>A ideia é transferir para esses novos ‘bancos-ponte’ os activos saudáveis e algumas responsabilidades, deixando nos velhos bancos o “lixo” financeiro, a participação no novo banco e o recurso a um regime de insolvência, possibilitando a sua reorganização ou liquidação futura, sem perturbações sérias no mercado financeiro. </p>
<p><strong>Criar bancos-ponte</strong></p>
<p>O ‘banco-ponte’ envolveria o banco doente (e os seus accionistas), as categorias de credores seniores (que assim seriam compensadas, sem que necessariamente fiquem “imunizadas de sofrer perdas”, frisa Bulow) e um investimento temporário do Estado em função da subsidiação que decida fazer de algumas classes de credores dos bancos doentes, por exemplo dos depositantes a quem os governos têm garantido os depósitos na íntegra. </p>
<p>O professor de Economia refere que em Inglaterra o Special Resolution Regime “permite algo similar, mas ainda não foi usado”. Logo que as bolsas reanimem e o público e novos investidores institucionais surjam a adquirir acções destes novos bancos-ponte, o Estado reaveria o que investiu, minimizando o risco dos contribuintes, bem como os credores. </p>
<p>Em virtude do epicentro desta recessão se ter situado numa crise bancária aguda, estabilizar a situação neste sector é crucial. Recorde-se que uma das estratégias sugeridas nos Estados Unidos pelo anterior secretário do Tesouro Hank Paulson e <a href="http://www.businessweek.com/globalbiz/content/may2009/gb20090513_146803.htm">recentemente equacionada na Alemanha</a> é a da criação de um “banco ruim” (<em>bad bank</em>, na linguagem técnica). </p>
<p>Nesta instituição tipo caixote de lixo seriam armazenados todos os activos ‘tóxicos’ derivados do uso de veículos financeiros especulativos durante a década da «bolha», aliviando os balanços dos bancos existentes que, devido a esta carga negativa contabilística, se tornaram, em muitos casos, verdadeiros <em>zombies</em> (mortos-vivos), que só têm sobrevivido graças a injecções sistemáticas de dinheiro dos contribuintes. </p>
<p>A Alemanha prevê “armazenar” 200 mil milhões de euros de “lixo tóxico” financeiro nesse novo regime, se a proposta do governo da chanceler Merkel for aprovada no Parlamento antes de férias.</p>
<p><strong>Evitar a captura do Estado por credores poderosos</strong></p>
<p>Bulow contesta esta estratégia de externalizar o “lixo” financeiro, pois é “cara, ineficiente e arriscada”. Misturar dinheiro dos contribuintes com “lixo” financeiro é deixar que a «boa moeda» seja devorada pela «má moeda», parafraseando, com alguma adaptação, a famosa Lei de Gresham.</p>
<p>Em primeiro lugar, tem sido contestada a capacidade de uma eficiente e transparente avaliação do “lixo tóxico” financeiro. Em segundo lugar, a actual «engrenagem», movida pelo medo dos governos ao «risco sistémico» de deixar falir os <em>zombies</em>, permite a algumas classes poderosas de credores dos bancos em dificuldades exercer “um poder real de negociação”, na verdade capturando o Estado, e atrair para um poço sem fundo o dinheiro dos contribuintes, sem que o crédito à economia real seja restabelecido, como se tem observado.</p>
<p>Jeremy Bulow foi um dos estudantes de doutoramento do Massachusetts Institute of Technology (MIT) que em 1976 e 1977 fez parte da missão daquela escola americana a Portugal a convite do então governador do Banco Portugal, José Silva Lopes. No primeiro grupo veio Paul Krugman, hoje Nobel de Economia, juntamente com o jovem Luís Miguel Beleza, e no segundo viria Bulow com outro jovem português, Abel Mateus.</p>
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