Archive for deflação

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Ecos de San Diego II — Krugman alerta sobre estagdeflação ou estagnação com inflação muito baixa

Nos anos 70 dominou a “estagflação”, ou estagnação económica com inflação; agora, as economias do mundo desenvolvido podem correr o risco de uma estagnação com deflação (estagdeflação) ou com inflação muito baixa, disse o Prémio Nobel de Economia de 2008 na reunião anual da American Economic Association em San Diego na primeira semana de janeiro de 2013.

Richard Werner: o inimigo público do Japão é a deflação, o banco central tem de mudar de política monetária

Richard Werner: o inimigo público do Japão é a deflação, o banco central tem de mudar de política monetária

O académico Richard Werner, pai da ideia de “alívio quantitativo” nos anos 1990, aconselha o novo primeiro-ministro japonês Shinzo Abe a mudar radicalmente os estatutos e a política do banco central nipónico. A política monetária e o papel do banco central tornaram-se, pela primeira vez, temas eleitorais.
Entrevista
(c) JNR, 2012

«Risco de deflação é maior – o resto é histeria dos falcões anti-défice» (Peter Dorman)

O economista Peter Dorman, a partir da costa do Pacífico, editor do blogue ‘Econospeak’, um dos mais envolvidos nas atuais polémicas na macroeconomia, conclui em entrevista exclusiva: “Fazendo um balanço, o risco de curto prazo da deflação excede o muito especulativo risco de inflação de longo-prazo”.

O pecado original do pacote Obama – uma conversa com Antal Fekete

O economista húngaro Antal Fekete discorda frontalmente do que chama um «cocktail» de asneiras keynesianas e monetaristas em voga na elite americana. O pacote Obama aprovado no Senado por uma unha negra e as iniciativas da Reserva Federal e do novo secretário do Tesouro não o entusiasmam. Sofrem todas do mesmo defeito de origem. Uma entrevista a contracorrente.

As lições da estagno-deflação do Japão

Os últimos quinze anos do Japão foram “uma espécie de ensaio numa escala nacional do que hoje se vive à escala global nos países desenvolvidos”, diz-nos professor de finanças da Wharton School da Universidade da Pensilvânia, em Filadélfia, e professor visitante na Universidade de Tóquio. Claudio Morana, da Universidade do Piemonte Oriental, em Itália, afirma que o mais grave foi não saber atacar a crise de crédito.