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«Risco de deflação é maior – o resto é histeria dos falcões anti-défice» (Peter Dorman)

O economista Peter Dorman, a partir da costa do Pacífico, editor do blogue ‘Econospeak’, um dos mais envolvidos nas atuais polémicas na macroeconomia, conclui em entrevista exclusiva: “Fazendo um balanço, o risco de curto prazo da deflação excede o muito especulativo risco de inflação de longo-prazo”.

Mesa Redonda sobre a reforma de Wall Street: nota negativa

Quatro analistas internacionais dão nota negativa à finreg (regulação financeira) americana, nem mesmo um “B”, como Paul Volcker, um dos inspiradores da equipa Obama, ele próprio desiludido. Alguns buracos da nova lei Dodd-Frank, assinada pelo presidente norte-americano a 21 de Julho, dariam para que um Boeing 747 passasse por eles, ironiza um dos entrevistados.
© JNR, janelanaweb.com, 2010.

Retratos de Personagens das Crises: I – J.P. Morgan, o banqueiro sem sono de Wall Street

A Grande Recessão mundial de 1907 e 1908 teve um protagonista. O comandante em chefe da gestão desta primeira crise do século XX foi o magnata americano J.P.Morgan, Pierpont para os íntimos. Uma crise e um líder recordados por Robert Bruner, reitor da escola de negócios da Universidade da Virginia, nos Estados Unidos.
[Aviso: Texto Longo]
[Adaptação de versão original publicada na edição de Junho 2010 da revista portuguesa EXAME]

A coligação de “conspiradores” que gerou esta Grande Recessão

Ross Levine, professor da Universidade de Brown, denuncia um ecossistema politico-financeiro que se formou nas últimas décadas e que gerou as causas que provocaram a crise. Não foram só os especuladores, os bancos de investimento inventores do subprime e as agências de rating as culpadas.

Ensaios sobre a crise III: Esta Recessão foi diferente

A comparação com a Grande Depressão dos anos 1930 é tentadora. Mas a história, agora, foi diferente. A separar 1929 de 2007 está uma “financeirização” insana da economia e da sociedade, dizem vários especialistas em história das crises. E a geração de um “ecossistema” financista novo.
AVISO AO LEITOR: Texto longo. Adaptação de artigo da Revista portuguesa EXAME, edição de Maio de 2010.

“O BCE deveria baixar a taxa de juro para 0,5%”, diz Joseph E. Gagnon (ex-FED)

É a recomendação ao Banco Central Europeu de Joseph Gagnon, ex-director da Reserva Federal americana, que acha que os programas de estímulos devem continuar até ao final de 2011. Mas aconselha que se mude a tónica das políticas orçamentais para as monetárias, que ainda não estão esgotadas.

The Washington ad hoc engineers

How policy making took place in the US facing the Great Recession of 2007-2009. A review by Robert A. Eisenbeis and Ellis Tallman of In Fed We Trust. [November 17, 2009, (c) Cumberland Advisors]
Title, editorial format and highlights by Janelanaweb.com (Published with authorization by Cumberland Advisors). An add-up to the interview with the author of In Fed We Trust.

The deflation scare was the biggest lie of the recent Great Panic

It was a spin operation says the English market analyst Adrian Douglas. This deflation scare remembers the Y2K announced chaos for January 1, 2000 because of a computer software bug. The Wall Street Journal called the Y2K «The Hoax of the Century», and its cost was estimated at $300 billion. We risk a new hoax that will cost us a bigger amount in the 21th Century.

«The role of finance has to be fundamentally rethought»

An alternative to the current mess would be to rethink the very basis of banking and finance, the essence of the financial rent-seeking economic model developed since the 1970s. But it is truly a political question, not an economic one, although it is an interesting debate for economists. Voters at polls will decide: «Do people want that? I can’t answer that question for them», says Professor Jamie Morgan. In the Economics field, the 2007-2009 crisis just smashed a certain brand of applied monetarism and also a kind of bastard Keynesianism. More heterodox thinking is required.

A conversation with Jamie Morgan, University of Helsinki

The chief-economist the central bankers do not listened to

William White warned of the coming big financial crisis. But the selected “club” of central bankers ignored him. Great moderation, procyclicality, a monetary miracle-policy, the substantial decline in volatility, a stable economy with continued growth, an economy closer to the efficient frontier where the business cycles were “managed” and the crashes shorter and shorter, all this “optimistic” mantra was the mainstream economic thought over the last twenty years inside the central bankers system. And coupled with this paradigm, grown and reign the greatest ever known rent-seeking financial paradise. Suddenly in mid of 2007, two years ago, the reality engulfed the club. William was right, but it was too late. A conversation with this contrarian economist.