Archive for financeirização
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Uma firma californiana segue diariamente os estados de alma dos mercados financeiros através dos “sinais” nos media. “Índice do medo” é um dos seus produtos criado pelo psiquiatra-financeiro Richard Peterson e pelos seus sócios da Market Psych. Janelanaweb.com ouviu Richard Peterson.
Quatro analistas internacionais dão nota negativa à finreg (regulação financeira) americana, nem mesmo um “B”, como Paul Volcker, um dos inspiradores da equipa Obama, ele próprio desiludido. Alguns buracos da nova lei Dodd-Frank, assinada pelo presidente norte-americano a 21 de Julho, dariam para que um Boeing 747 passasse por eles, ironiza um dos entrevistados.
© JNR, janelanaweb.com, 2010.
O ano passado ficará como um dos eleitos de um clube especial, o das maiores quebras do comércio internacional. Apesar de uma recessão global inferior a 1%, o efeito nas trocas mundiais foi muito ampliado. O enigma está a ser estudado pelos economistas. Mais um ensaio sobre esta crise. [Artigo original publicado na revista portuguesa EXAME, edição de Julho 2010]
(c) Jorge Nascimento Rodrigues, 2010
[AVISO: Texto Longo]
A Grande Recessão mundial de 1907 e 1908 teve um protagonista. O comandante em chefe da gestão desta primeira crise do século XX foi o magnata americano J.P.Morgan, Pierpont para os íntimos. Uma crise e um líder recordados por Robert Bruner, reitor da escola de negócios da Universidade da Virginia, nos Estados Unidos.
[Aviso: Texto Longo]
[Adaptação de versão original publicada na edição de Junho 2010 da revista portuguesa EXAME]
Historicamente não é novidade alguma, diz-nos Carmen Reinhart, especialista da Universidade do Michigan em crises. É co-autora com Kenneth Rogoff de “This time is different”, um livro sobre história financeira que demonstra a regularidade no capitalismo de eventos extremos como crises financeiras graves, recessões globais e crises de default (incumprimento da dívida soberana).
A comparação com a Grande Depressão dos anos 1930 é tentadora. Mas a história, agora, foi diferente. A separar 1929 de 2007 está uma “financeirização” insana da economia e da sociedade, dizem vários especialistas em história das crises. E a geração de um “ecossistema” financista novo.
AVISO AO LEITOR: Texto longo. Adaptação de artigo da Revista portuguesa EXAME, edição de Maio de 2010.
Novidades de Gestão: I – Critica do “shareholder value” como guia de management.
Roger Martin, reitor da Escola de Gestão da Universidade de Toronto, diz que o objectivo das empresas deve ser a maximização do valor para o cliente, como recomendava Peter Drucker, e não o financismo.
O Prémio Nobel Edmund Phelps e o estratego financeiro Leo Tilman (entrevistado pela janelanaweb.com) avançaram na Harvard Business Review com a ideia de um banco para o fomento da inovação nos Estados Unidos. Uma iniciativa patrocinada pelo governo mas funcionando como uma rede de bancos investindo em projectos de inovação e mobilizando fundos nos mercados financeiros globais.
Com a aproximação do aniversário do crash do Nasdaq a 11 de Março de 2000 exige-se uma reflexão sobre o comportamento da “exuberância irracional” nos mercados financeiros nesta última década. Como foi possível que, em menos de uma geração, se vivessem entusiasticamente duas bolhas (sempre com a ideia de que “desta vez é diferente”) e se sofressem dois crashs (sempre nos apanhando de surpresa)? Corresponderá esta dupla-bolha e duplo-crash a um padrão histórico que inclusive terá mais prendas na sua longa cauda? Eis a questão bilionária que fica por responder. A investigadora Carlota Perez, de Cambridge, no Reino Unido, ajuda-nos a compreender o que se passou.
Foram 11 dias que abalaram o mundo a partir do epicentro de Wall Street em Nova Iorque. Continua a polémica sobre as suas causas. O melhor livro sobre o pânico daquela semana e meia continua a ser o de John Kenneth Galbraith.