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Crítica do austerismo: técnicos do FMI demonstram resultados negativos

FMI diz que austeridade provoca mais desigualdade e desemprego de longo prazo.
Estudo exibe resultados negativos de ajustamentos orçamentais em 17 países da OCDE entre 1978 e 2009. Refuta também a ideia de que cortes na despesa pública são mais benignos do que aumentos de impostos.
(c) JNR, 2013

A receita da austeridade está ferida de morte?

Três anos depois, o verniz estala na troika. O FMI já vai no segundo reconhecimento público de erros no desenho dos programas de ajustamento para os países periféricos da zona euro desde 2010. Os parceiros europeus da troika continuam em estado de negação, sem reconhecer qualquer erro, e alguns responsáveis europeus – como o presidente português – defendem a “reponderação” da presença do FMI na gestão da crise das dívidas na zona euro.
(c) JNR, 2013

O erro do FMI abalou a confiança nos “ajustamentos” — Anis Chowdhury

O erro do FMI abalou a confiança nos

Anisuzzaman Chowdhury, professor de Economia da Universidade de Sidney Ocidental, Austrália, afirma que “a probabilidade de sucesso de um programa de ajustamento é de 19% dos casos ocorridos desde 1970 nos países da OCDE”. A “austeridade expansionista” é controversa e o erro do multiplicador foi grave.
Entrevista por Jorge Nascimento Rodrigues
(c)JNR 2013

A primeira revisão de previsões pelo FMI sobre 2013: mais pessimismo, apesar do “otimismo no ar”

O Fundo Monetário Internacional, na sua atualização das previsões do Worl Economic Outlook de outubro de 2012, mostra-se mais pessimista sobre o andamento da economia mundial e reviu em baixa diversas previsões. A mais marcante mediaticamente foi a de passar de uma previsão de estagnação na zona euro em 2013 para uma recesssão ainda que ligeira.

Caso II visto pelo FMI: 4 cenários para Portugal até 2030 (crescimento medíocre e desemprego estrutural elevado)

Uma equipa do Fundo Monetário Internacional divulgou ontem um relatório sobre a economia portuguesa em que considera que “mais crescimento é um assunto de urgência”. Aponta quatro cenários até 2030. O hiato do produto, a produtividade e o desemprego estrutural são problemas críticos. Análise de um relatório de uma equipa do FMI publicado em 18 de janeiro de 2013. (Country Report 13/19)
(c) JNR, 2013

Caso I visto pelo FMI: Grécia insustentável sem o dizer

As duas faces do “ajustamento” na Grécia. Não basta olhar só para um lado – juros ou défice externo em queda. Há que seguir com atenção o outro: recessão, deflação, desemprego, risco político interno. É o que diz o Fundo Monetário Internacional na sua avaliação do andamento do programa grego.
Análise do Relatório do FMI de 18 de janeiro de 2013
(c) JNR, 2013

Ecos de San Diego I — FMI volta a explicar-se sobre as suas “mudanças” de opinião

Ecos de San Diego I -- FMI volta a explicar-se sobre as suas

Gradualismo e não radicalismo à la Nike (Just do It) é a palavra de ordem, agora, do FMI. É preferível austeridade gradual, diz diretor do FMI na conferência anual da American Economic Association em San Diego na primeira semana de 2013. Carlo Cottarelli, diretor do Departamento de Assuntos Orçamentais do Fundo Monetário Internacional, falou num dos painéis da conferência anual da American Economic Association sobre as “evoluções” no pensamento da organização a propósito da gestão da crise em curso.

Olivier Blanchard (FMI) reafirma o erro do FMI, mas coloca água na fervura

Conclusões do primeiro estudo técnico de 2013 publicado a 3 de janeiro pelos “Working Papers” do FMI e assinado por Olivier Blanchard, conselheiro económico do Fundo, e Daniel Leigh, economista do Departamento de Investigação. Em “Growth Forecast Errors and Fiscal Multipliers “, os dois economistas do FMI voltam ao tema do multiplicador orçamental e dos erros de subestimação cometidos durante a gestão da atual crise.

Mais um estudo do FMI: Choque de aumento de despesa pública tem efeito positivo ainda maior em períodos de crise

Um artigo de uma equipa do Fundo Monetário Internacional conclui que a despesa pública em períodos em que o hiato do produto é negativo tem um efeito multiplicador positivo que tem sido subestimado. E aconselha a uma “consolidação gradual”.

Os enviesamentos — o da “Economia Política” portuguesa e os do FMI

Na mesma semana, o Fundo Monetário Internacional criticou os “enviesamentos da Economia Política” portuguesa e um académico exquadro superior do FMI colocou a nu três erros graves do Fundo perante esta crise.
(c) JNR, 2012