Archive for FMI
You are browsing the archives of FMI.
You are browsing the archives of FMI.
Entrevista a WOLFGANG MUNCHAU Presidente de la Eurointelligence
[Entrevista por Jorge Nascimento Rodrigues
Edición en castellano: Pedro Loupa]
Santiago Niño Becerra en entrevista: «España a lo largo del 2011, será intervenida: llegarán los Men in Black y le dirán lo que hay que hacer, respecto al presupuesto, a su sistenma financiero; España entablará conversaciones bilaterales con sus principales acreedores, y, pienso, el destino final es una reestructuraciónd de su deuda: una quita: España no puede pagar el 400% de su PIB»
À espera do ‘bancor’: John Maynard Keynes foi derrotado em Bretton Woods em 1944 no Hotel Mount Washington, mas a sua proposta para o sistema monetário internacional parece ter renascido, agora, das cinzas. Até o FMI estudou recentemente a sua “adaptação” aos tempos modernos. A Exame ouviu académicos e especialistas que pesaram prós e contras. Provavelmente continua uma visão, mas revela o génio do economista inglês sessenta anos depois. [TEXTO LONGO]
A “solução islandesa” face ao default voltou a estar em foco dois anos depois, por causa do que ocorreu na Irlanda. O ministro dos Assuntos Económicos e dois economistas falam da justeza de ter deixado os bancos falir. Mas a economia mergulhou numa depressão de onde saiu timidamente neste último trimestre
A virtual round table with three specialists: Paul Davidson, Editor of the Journal of Post Keynesian Economics, author of John Maynard Keynes (Palgrave Macmillan, September 2007) and The Keynes Solution (Palgrave Macmillan, September 2009), Bernard Schwartz Center for Economic Policy Analysis in New Jersey; Rolf J. Langhammer, Vice-President of the Kiel Institute for the World Economy, one of Germany’s leading economic research institutes; and Bill Witherell, Chief Global Economist of Cumberland Advisors, a registered investment advisory firm headquartered in Sarasota, Florida, and past Chairman of the International Roundtable of the National Association for Business Economics.
ENTREVISTA exclusiva sobre a Crise da Dívida Soberana
Com RICARDO CABRAL, professor da Universidade da Madeira
Técnicos do FMI e do BCE demonstram que dívida pública excessiva afecta o crescimento do PIB per capita. No caso de Portugal, pode significar menos 1,75 pontos percentuais na riqueza criada por cada um num horizonte de cinco anos e mais 2,4 pontos percentuais nas taxas de juro nominais de longo prazo pagas a detentores de dívida soberana
Apesar do pico da crise da dívida portuguesa ter sido em Maio e já estar, para alguns mais optimistas, nas brumas da memória, os indicadores fundamentais da situação externa do país continuam os mesmos. O nervosismo especulativo dos investidores internacionais pode ter abrandado ligeiramente com o verão e desviado o foco de Portugal para a Irlanda, mas os desafios estruturais permanecem. Neste artigo, publicado originalmente na revista portuguesa Exame (na edição de Agosto de 2010), apresentamos um painel de bordo dos principais pontos fracos no final de 2009.
Uma nota técnica do Fundo Monetário Internacional refere que a margem de manobra orçamental portuguesa a partir de 2015 será muito curta. Com a Grécia, Itália e Japão forma, agora, o grupo das economias desenvolvidas com uma situação potencial mais crítica em termos de endividamento público.
Série Dívida Pública – 1º artigo – Está ao rubro na América a discussão se o endividamento público acima de 90% do PIB provoca mossas de médio prazo no crescimento económico ou não. A investigadora Yeva Nersisyan acha que não. Pelo menos nos Estados Unidos não se aplica.