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Os incumprimentos (default) de dívida soberana tendem a agrupar-se como num cacho de uvas. Os especialistas falam de um padrão histórico de “clusterização” destas situações nos últimos duzentos anos após grandes recessões globais (como as dos anos 1800 e 1930) ou crises pluricontinentais (como as dos anos 1980 e 1990). Esse risco renasceu agora com esta Grande Recessão. Com as probabilidades de default agora a descerem acentuadamente para os PIGS, depois do mais recente pico a 20 de Julho, o tema pode ser bizarro. Pode parecer a memorabilia. Mas convém não o empurrar para baixo do tapete.
Com apenas 36 anos, esta doutorada italiana em economia internacional é uma das vozes europeias em Bruxelas que se destaca pela investigação que desenvolve sobre o enquadramento macroeconómico desta grande crise. Diz, em entrevista à revista portuguesa Exame [edição de Julho de 2010], que não há fuga possível à necessidade de “ajustamentos” nas contas públicas e no endividamento, sobretudo na alavancagem habitual excessiva no sistema financeiro.
O ano passado ficará como um dos eleitos de um clube especial, o das maiores quebras do comércio internacional. Apesar de uma recessão global inferior a 1%, o efeito nas trocas mundiais foi muito ampliado. O enigma está a ser estudado pelos economistas. Mais um ensaio sobre esta crise. [Artigo original publicado na revista portuguesa EXAME, edição de Julho 2010]
(c) Jorge Nascimento Rodrigues, 2010
[AVISO: Texto Longo]
Estudo do FMI compara os anos 1990 com o ano do pânico financeiro e “descobre” que Portugal é campeão em alguns indicadores pela negativa no grupo do “Sul” da zona euro. Uma curta entrevista com um dos autores do estudo.
No clube dos 30 maiores bancos do mundo em capitalização de mercado entraram novos protagonistas. As seis maiores potências bancárias contam agora com a China, Espanha e Austrália. Estados Unidos e Japão sofrem as maiores quebras em três anos.
A comparação com a Grande Depressão dos anos 1930 é tentadora. Mas a história, agora, foi diferente. A separar 1929 de 2007 está uma “financeirização” insana da economia e da sociedade, dizem vários especialistas em história das crises. E a geração de um “ecossistema” financista novo.
AVISO AO LEITOR: Texto longo. Adaptação de artigo da Revista portuguesa EXAME, edição de Maio de 2010.
Um olhar a partir de Atenas sobre a turbulência que tem afectado este país da zona euro desde Janeiro. Uma entrevista com Jens Bastian, economista da fundação ELIAMEP, Fundação Grega para a Política Europeia e Internacional
O Império do Sol Nascente teve duas recaídas em mais de uma década, fruto dos ziguezagues de política monetária e orçamental, chama a atenção um estudo de técnicos do FMI, com quem falámos. Foi a China que salvou a terceira maior economia do mundo da derrocada. Mas essa oportunidade foi agarrada porque mudaram para melhor as políticas económicas e a gestão das empresas
An Interview with IMF historian James Boughton about the promise of the G20. Thoughts about the next April 2 summit in London and Lessons from History. An exclusive interview.
Indhira Santos, perita do think tank BRUEGEL, de Bruxelas, fala sobre as expectativas para a reunião do G20 de dia 2 de Abril.