Archive for G20

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«The greatest winner of the 2014 geopolitical crisis in Eastern Europe has been China», Constantin Gurdgiev

«The greatest winner of the 2014 geopolitical crisis in Eastern Europe has been China», Constantin Gurdgiev

Interview with Constantin Gurdgiev, Russian economist based in Dublin, by Jorge Nascimento Rodrigues (c) JNR, 2014

A saga da semana da “guerra das divisas” antes e durante o G20 de Moscovo

O filme da “guerra de divisas” de fevereiro de 2013 antes e depois da reunião ministerial do G20 em Moscovo. Está mesmo em curso a guerra cambial? As desvalorizações competitivas estão na ordem do dia? O risco foi debelado com as palavras do comunicado do G20? Ou vai prosseguir por portas e travessas? (c) JNR, 2013

Nem G20, nem G2 – o mundo está entregue a um G-Zero, diz Ian Bremmer

Nem G20, nem G2 - o mundo está entregue a um G-Zero, diz Ian Bremmer

Uma entrevista com Ian Bremmer, um dos analistas que provocou a ira dos VIP em Davos este ano. Acha que o mundo tem um “vazio” derivado do declínio dos Estados Unidos como superpotência e da China não querer assumir o papel de parceiro na “gestão” do mundo.

“A Europa deve fazer uma cimeira com os BRIC” (Franck Biancheri, LEAP)

“A Europa deve fazer uma cimeira com os BRIC” (Franck Biancheri, LEAP)

O especialista francês em tendências geopolíticas e geoeconómicas propõe a realização antes de 2015 de uma cimeira entre a União Europeia e os BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), dando expressão a uma nova realidade que batizou de BRICE. Franck Biancheri acha que a União Europeia é uma “potência nova” com uma moeda nova e um projeto novo, e não um incumbente obsoleto. Os Estados Unidos estão em “declínio irreversível”, pelo que a Europa tem de procurar novas alianças.

Keynes contra o fantasma de uma guerra de divisas

À espera do ‘bancor’: John Maynard Keynes foi derrotado em Bretton Woods em 1944 no Hotel Mount Washington, mas a sua proposta para o sistema monetário internacional parece ter renascido, agora, das cinzas. Até o FMI estudou recentemente a sua “adaptação” aos tempos modernos. A Exame ouviu académicos e especialistas que pesaram prós e contras. Provavelmente continua uma visão, mas revela o génio do economista inglês sessenta anos depois. [TEXTO LONGO]

O fim do século americano

Um livro publicado nos Estados Unidos afirma que a geopolítica entrou numa fase de transição. Paul Starobin, o autor, intitulou a obra sugestivamente: After America. Passaram 68 anos desde que o editor Henry Luce proclamou o “século americano” num editorial da revista Life, por ele fundada.

“I do not believe in a G2 bi-hegemony”

An interview with Paul Starobin, author of After America. It’s the first book from an American author speaking of an After America future.

Retoma: o fantasma do modelo “japonês” ronda os países “ricos”

E depois da crise, no ‘Ocidente’? Assistiremos ao regresso do crescimento dourado ou da estagnação secular? Os economistas dividem-se. Os pessimistas falam de uma “retoma” anémica nos países “ricos”, da condenação a um crescimento de tipo “japonês”. Os optimistas vêm na inovação a luz ao fundo do túnel

Energy analyst Ed Morse: “A united Europe could greatly influence Moscow.”

An interview with Edward L. Morse, a former Deputy Assistant Secretary of State for International Energy Policy from 1979 to 1981, currently the Global Head of Research at Louis Capital Markets, a global independent broker-dealer.

G20 – The geopolitical advantage: different perspectives together in one place

An Interview with IMF historian James Boughton about the promise of the G20. Thoughts about the next April 2 summit in London and Lessons from History. An exclusive interview.