Archive for Grande Recessão

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Risco de uma crise global de dívida (como nos anos 1930 e 1980) é baixo… mas situação é frágil

A crise das dívidas soberanas está localizada na periferia da periferia da zona euro. A probabilidade de se tornar uma vaga como nos anos 1930 ou nos anos 1980 é pequena. Mas a situação é frágil, diz-nos Mark Wright, da Universidade da Califórnia em Los Angeles.

(c) JNR, 2012

3º aniversário do início da crise financeira: o fantasma do Lehman continua atrás do reposteiro

ANÁLISE: Na semana do 3º aniversário do pedido de bancarrota da firma financeira Lehman Brothers que levaria à grande crise, o mercado da dívida soberana desanuviou e as bolsas prosseguiram subidas. Mas o risco de “acidente financeiro” continua atrás do reposteiro.
[TEXTO LONGO]

ENSAIOS SOBRE A CRISE – V: Uma bancarrota nunca vem só – defaults juntam-se em cachos

Os incumprimentos (default) de dívida soberana tendem a agrupar-se como num cacho de uvas. Os especialistas falam de um padrão histórico de “clusterização” destas situações nos últimos duzentos anos após grandes recessões globais (como as dos anos 1800 e 1930) ou crises pluricontinentais (como as dos anos 1980 e 1990). Esse risco renasceu agora com esta Grande Recessão. Com as probabilidades de default agora a descerem acentuadamente para os PIGS, depois do mais recente pico a 20 de Julho, o tema pode ser bizarro. Pode parecer a memorabilia. Mas convém não o empurrar para baixo do tapete.

A coligação de “conspiradores” que gerou esta Grande Recessão

Ross Levine, professor da Universidade de Brown, denuncia um ecossistema politico-financeiro que se formou nas últimas décadas e que gerou as causas que provocaram a crise. Não foram só os especuladores, os bancos de investimento inventores do subprime e as agências de rating as culpadas.

Ensaios sobre a crise III: Esta Recessão foi diferente

A comparação com a Grande Depressão dos anos 1930 é tentadora. Mas a história, agora, foi diferente. A separar 1929 de 2007 está uma “financeirização” insana da economia e da sociedade, dizem vários especialistas em história das crises. E a geração de um “ecossistema” financista novo.
AVISO AO LEITOR: Texto longo. Adaptação de artigo da Revista portuguesa EXAME, edição de Maio de 2010.

A invasão dos “cisnes cinzentos” na economia mundial

Michael Mauboussin, chefe em estratégia de investimentos na Legg Mason Capital Management , diz, em entrevista, que a maioria dos eventos extremos, tidos como “cisnes negros”, improváveis, até não o são. São “cinzentos”. O especialista dá-nos cinco “dicas” para lidar com eles

“O problema central já não é a crise grega” – um olhar de Atenas

Um olhar a partir de Atenas sobre a turbulência que tem afectado este país da zona euro desde Janeiro. Uma entrevista com Jens Bastian, economista da fundação ELIAMEP, Fundação Grega para a Política Europeia e Internacional

Nos dez anos do crash do Nasdaq: A história surpreendente de duas bolhas

Com a aproximação do aniversário do crash do Nasdaq a 11 de Março de 2000 exige-se uma reflexão sobre o comportamento da “exuberância irracional” nos mercados financeiros nesta última década. Como foi possível que, em menos de uma geração, se vivessem entusiasticamente duas bolhas (sempre com a ideia de que “desta vez é diferente”) e se sofressem dois crashs (sempre nos apanhando de surpresa)? Corresponderá esta dupla-bolha e duplo-crash a um padrão histórico que inclusive terá mais prendas na sua longa cauda? Eis a questão bilionária que fica por responder. A investigadora Carlota Perez, de Cambridge, no Reino Unido, ajuda-nos a compreender o que se passou.

O que se pode aprender com a crise japonesa

O Império do Sol Nascente teve duas recaídas em mais de uma década, fruto dos ziguezagues de política monetária e orçamental, chama a atenção um estudo de técnicos do FMI, com quem falámos. Foi a China que salvou a terceira maior economia do mundo da derrocada. Mas essa oportunidade foi agarrada porque mudaram para melhor as políticas económicas e a gestão das empresas

Uma nova proposta de casamento para Keynes – um desafio teórico

Está na hora de “casar” John Maynard Keynes com os críticos do monetarismo e do despesismo em finanças públicas. A proposta de William White, da OCDE.