Archive for Moody’s

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World economy: a perfect storm in August?

The summer storm may not even come to form. But the ingredients are all present in the soup. The first ingredient appears on the other side of the world, Asia, and has to do, strangely, with… the price of pork in China.
@2011, Jorge Nascimento Rodrigues

English Edition by JPO, LISWIRES.com
http://liswires.com/archives/590

Economia mundial: será agosto o mês da tempestade perfeita?

Economia mundial: será agosto o mês da tempestade perfeita?

Os três “cavaleiros” da tormenta estão a convergir para o mesmo sítio. À crise da dívida em vários países da zona euro, com um agravamento súbito nas últimas horas (Itália e Espanha), juntam-se o risco de um default “restrito” no começo de agosto nos Estados Unidos e um abrandamento económico forçado na China e na Índia.
[TEXTO LONGO]

América corre o risco de um default “por uns dias” em agosto

Os chineses e as agências de notação Fitch e Moody’s zangaram-se com o Congresso americano. Se o limite de endividamento dos EUA não for aumentado, 30 mil milhões de dólares de títulos do Tesouro que vencem a 4 de agosto podem estar em maus lençóis.

Rating Agencies: diversification or changing the rules and the business model?

A virtual round table about the rating agencies was edited by Janelanaweb.com, listening in separate interviews to William White, former Head of the Monetary and Economic Department from May 1995 to June 2008 of the Bank for International Settlements and based in Basel, Bertrand Candelon, professor at Maastricht University School of Business and Economics, located in Netherlands, Franck Biancheri, leader of the Newropeans and research coordinator of the french forecasting consulting company LEAP in Paris, and Peter Cohan, professor at Babson College, blogger and analyst based in Boston.

O Tigre Celta no divã – com os predadores financeiros por perto

Radiografia da Irlanda no mês em que atingiu 32% de probabilidade de default. Um entrevista com o editor económico Marc Coleman em Dublin.
[Texto longo adaptado de artigo publicado na revista portuguesa Exame na edição de Setembro de 2010]

ENSAIOS SOBRE A CRISE – V: Uma bancarrota nunca vem só – defaults juntam-se em cachos

Os incumprimentos (default) de dívida soberana tendem a agrupar-se como num cacho de uvas. Os especialistas falam de um padrão histórico de “clusterização” destas situações nos últimos duzentos anos após grandes recessões globais (como as dos anos 1800 e 1930) ou crises pluricontinentais (como as dos anos 1980 e 1990). Esse risco renasceu agora com esta Grande Recessão. Com as probabilidades de default agora a descerem acentuadamente para os PIGS, depois do mais recente pico a 20 de Julho, o tema pode ser bizarro. Pode parecer a memorabilia. Mas convém não o empurrar para baixo do tapete.

“Euro: uma missão difícil, mas não impossível” (Bill Witherell)

A Grécia foi ao mercado “testar” a confiança e sofreu um agravamento da probabilidade de bancarrota do país. Juntou-se a Irlanda, o ex-tigre celta, que viu, também, disparar o seu risco, ultrapassando o português. A zona euro sofreu novas ondas de choque aqui analisadas por Bill Witherell, economista-chefe da Cumberland Advisors. Estará o euro em “morte lenta”?

Uma nova fase da crise: o risco de bancarrotas nos países ricos

O economista americano Kenneth Rogoff afirma que se a história económica dos últimos 200 anos serve de padrão há o risco desta grave crise financeira preceder uma crise da dívida soberana em países em situação de endividamento mais grave. A novidade é que os candidatos não são os países emergentes, mas os ricos, entre eles vários europeus. Os casos da Islândia e do Dubai são primeiros sinais. A que se juntou mais recentemente a crise da dívida externa grega.