Archive for Nassim Taleb

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Los Cisnes Negros de 2011

Los Cisnes Negros de 2011

La primera Nota de Observatorio JNR desde Madrid: El ‘cisne negro’ es, por definición, un evento totalmente improbable, en el imagen creado por el ensayista Nassim Taleb. En el año que ahora termina, la predicción de los analistas era el riesgo de una recaída en la recesión en 2010 – un double-dip, en el lenguaje económica americana… Fueron 11 los temas que los 11 encuestados han puesto sobre la mesa para el 2011

Os cisnes negros de 2011

Os cisnes negros de 2011

11 especialistas da Europa, Ásia, Austrália e América do Norte adiantam 11 temas para estar de olho no próximo ano e alvitram como ‘cisnes negros’ mais negros o rebentar da “bolha” na China e nas matérias-primas.
[Texto Longo]

Ensaios sobre a crise III: Esta Recessão foi diferente

A comparação com a Grande Depressão dos anos 1930 é tentadora. Mas a história, agora, foi diferente. A separar 1929 de 2007 está uma “financeirização” insana da economia e da sociedade, dizem vários especialistas em história das crises. E a geração de um “ecossistema” financista novo.
AVISO AO LEITOR: Texto longo. Adaptação de artigo da Revista portuguesa EXAME, edição de Maio de 2010.

A invasão dos “cisnes cinzentos” na economia mundial

Michael Mauboussin, chefe em estratégia de investimentos na Legg Mason Capital Management , diz, em entrevista, que a maioria dos eventos extremos, tidos como “cisnes negros”, improváveis, até não o são. São “cinzentos”. O especialista dá-nos cinco “dicas” para lidar com eles

“One way to deal with adverse tail events is to simply ride them out” (Michael Mauboussin)

A conversation with professor, author and financial strategist Michael Mauboussin, about black and gray swans, metaphors for extreme events. Learn how to deal with them.

“Euro: uma missão difícil, mas não impossível” (Bill Witherell)

A Grécia foi ao mercado “testar” a confiança e sofreu um agravamento da probabilidade de bancarrota do país. Juntou-se a Irlanda, o ex-tigre celta, que viu, também, disparar o seu risco, ultrapassando o português. A zona euro sofreu novas ondas de choque aqui analisadas por Bill Witherell, economista-chefe da Cumberland Advisors. Estará o euro em “morte lenta”?