Competitividade

“Espanha não será resgatada” — diz Rafael Pampillón (Instituto de Empresa)

Rafael Pampillón, professor do Instituto de Empresa, de Madrid, admite que o processo grego poderá ter um efeito dominó na zona euro e que na Europa “tem faltado liderança e capacidade de decisão”, mas acha que Espanha dará a volta e que isso é bom para os equilíbrios na zona euro.

Entrevista por Jorge Nascimento Rodrigues (c) 2012

Dipak C. Jain (reitor do INSEAD): Alavancar o espaço de língua portuguesa, sobretudo o Brasil

Conselho do indiano Dipak C. Jain, reitor do INSEAD: Os empresários portugueses podem globalizar-se usando a língua portuguesa comum com o Brasil

A língua tem valor de mercado internacional e pode servir de alavanca em alianças com o Brasil com vista à globalização de marcas e empresas portuguesas. O português é uma das línguas globais e o facto de o Brasil ser hoje uma das potências emergentes dos BRIC pode ser útil à estratégia de projeção global dos empresários portugueses.
Entrevista por Jorge Nascimento Rodrigues (c)

Dossiê BRICS: I- De um acrónimo a um clube político

Breve história da vida de um acrónimo que se transformou em um clube político. Começou com quatro membros todos diferentes mas todos iguais na trajetória de deitarem fora a etiqueta de Terceiro Mundo ou de superpotência falhada. Acabaram por se “libertar” do próprio “pai”, Jim O’Neill, Mr BRIC que entrevistámos recentemente para o semanário português Expresso e para janelanaweb.com (em castelhano). TEXTO LONGO

As tecnológicas que resistem à derrocada bolsista – the crash-proof companies

THE CRASH-PROOF HIGH TECH COMPANIES – Apesar de duas crises bolsistas desde março de 2000, as tecnológicas mostraram resiliência na última década e catapultaram uma das filhas do Nasdaq, a Apple, para a liderança da capitalização bolsista nos Estados Unidos, destronando a Exxon dos petróleos.
(Balanço Histórico nas vésperas do 3º aniversário do momento Lehman)

Michael Spence: «POLITICS IS IMPEDING A FORCEFUL POLICY RESPONSE TO THE CRISIS»

Michael Spence: «POLITICS IS IMPEDING A FORCEFUL POLICY RESPONSE TO THE CRISIS»

Interview with the 2001 Nobel Memorial Prize in Economic Sciences. By Jorge Nascimento Rodrigues. (c) August,2011.

“El paquete Merkel/Sarkozy: Se trata de una maniobra de diversión política” (Wolfgang Munchau)

Entrevista a WOLFGANG MUNCHAU Presidente de la Eurointelligence
[Entrevista por Jorge Nascimento Rodrigues
Edición en castellano: Pedro Loupa]

Entrevistas sobre el futuro I : “Necesitamos una nueva revolución Tecnológica “(Peter Cohan)

Entrevistas sobre el futuro I :

Peter Cohan, en una entrevista, es pesimista acerca de las exageraciones que se pintan sobre algunos sectores tecnológicos que han llegado a ponerse de moda, pero le recomienda que siga cuidadosamente las tres tendencias (y una cuarta, que cree que, irónicamente, sólo es media tendencia, a pesar de ser una de las más sexy).
Entrevista por Jorge Nascimento Rodrigues, 2010
Edición Pedro Loupa, Adventus Group, Madrid

“Fiquei cético em relação aos líderes europeus” (Barry Eichengreen)

“Fiquei cético em relação aos líderes europeus” (Barry Eichengreen)

A gestão da atual crise da dívida por parte dos líderes da União Europeia deixou desapontado Barry Eichengreen, professor da Universidade de Berkeley, na Califórnia, o mais europeísta dos académicos americanos.

Entrevistas sobre o futuro: I: “Necessitamos de uma nova revolução tecnológica” (Peter Cohan)

Mas não se vislumbra claramente que setores surgirão como líderes. Depois da estagflação dos anos 1970, a alta tecnologia ligada à computação apareceu em força a mudar a economia mundial e mesmo a globalização das relações. Agora, há muita especulação sobre o que vem a seguir. Mas, diz o analista de Boston, há muita parra, mas pouca uva.
Entrevista com Peter Cohan (c) Janelanaweb.com, 2010

Países do Default I: Islândia saiu do radar da bancarrota

A “solução islandesa” face ao default voltou a estar em foco dois anos depois, por causa do que ocorreu na Irlanda. O ministro dos Assuntos Económicos e dois economistas falam da justeza de ter deixado os bancos falir. Mas a economia mergulhou numa depressão de onde saiu timidamente neste último trimestre