Marc Coleman (from Dublin): “Indicators on the real economy moving forward, in contrast, are more hopeful”
Marc Coleman from Dublin comments on the Irish situation in the day yields for 10 years maturities reached a high and probability of default also. He claims an optimistic view about the middle and long-term forecast for Ireland. His motto: reporting the truth without dramatizing or misinterpreting it.
Debate sobre a dívida pública 3: Endividamento público gera empobrecimento
Técnicos do FMI e do BCE demonstram que dívida pública excessiva afecta o crescimento do PIB per capita. No caso de Portugal, pode significar menos 1,75 pontos percentuais na riqueza criada por cada um num horizonte de cinco anos e mais 2,4 pontos percentuais nas taxas de juro nominais de longo prazo pagas a detentores de dívida soberana
RADIOGRAFIA LUSA A PRETO E BRANCO: Os calcanhares de Aquiles
Apesar do pico da crise da dívida portuguesa ter sido em Maio e já estar, para alguns mais optimistas, nas brumas da memória, os indicadores fundamentais da situação externa do país continuam os mesmos. O nervosismo especulativo dos investidores internacionais pode ter abrandado ligeiramente com o verão e desviado o foco de Portugal para a Irlanda, mas os desafios estruturais permanecem. Neste artigo, publicado originalmente na revista portuguesa Exame (na edição de Agosto de 2010), apresentamos um painel de bordo dos principais pontos fracos no final de 2009.
Debate sobre a dívida pública 2: Portugal em risco de crise orçamental a partir de 2015
Uma nota técnica do Fundo Monetário Internacional refere que a margem de manobra orçamental portuguesa a partir de 2015 será muito curta. Com a Grécia, Itália e Japão forma, agora, o grupo das economias desenvolvidas com uma situação potencial mais crítica em termos de endividamento público.
Debate sobre a dívida pública I – Crítica ao “limiar” de Reinhart & Rogoff
Série Dívida Pública – 1º artigo – Está ao rubro na América a discussão se o endividamento público acima de 90% do PIB provoca mossas de médio prazo no crescimento económico ou não. A investigadora Yeva Nersisyan acha que não. Pelo menos nos Estados Unidos não se aplica.
«Risco de deflação é maior – o resto é histeria dos falcões anti-défice» (Peter Dorman)
O economista Peter Dorman, a partir da costa do Pacífico, editor do blogue ‘Econospeak’, um dos mais envolvidos nas atuais polémicas na macroeconomia, conclui em entrevista exclusiva: “Fazendo um balanço, o risco de curto prazo da deflação excede o muito especulativo risco de inflação de longo-prazo”.
The American “excepcionalism”: a default-proof superpower?
Criticizing deficit hysteria and debt-downsizing hawkery
A conversation with Yeva Nersisyan from the University of Missouri at Kansas City and Peter Dorman from Evergreen State College
Interviews by Jorge Nascimento Rodrigues, August 2010
NOVAS TENDÊNCIAS: A psicologia das crises no divã
Uma firma californiana segue diariamente os estados de alma dos mercados financeiros através dos “sinais” nos media. “Índice do medo” é um dos seus produtos criado pelo psiquiatra-financeiro Richard Peterson e pelos seus sócios da Market Psych. Janelanaweb.com ouviu Richard Peterson.
“The financialization of commodities has been the dominant factor“ (John Baffes)
Speculators rediscovered commodity markets. Prices are climbing again. The research of Dr. John Baffes, from the World Bank, unveils the factors behind the price movements in the last 30 years. A summary of the research and an interview with the author.
©janelanaweb.com, 2010
Mesa Redonda sobre a reforma de Wall Street: nota negativa
Quatro analistas internacionais dão nota negativa à finreg (regulação financeira) americana, nem mesmo um “B”, como Paul Volcker, um dos inspiradores da equipa Obama, ele próprio desiludido. Alguns buracos da nova lei Dodd-Frank, assinada pelo presidente norte-americano a 21 de Julho, dariam para que um Boeing 747 passasse por eles, ironiza um dos entrevistados.
© JNR, janelanaweb.com, 2010.