História Económica

The austerian debacle — the Critique of Reinhart & Rogoff: conversations with profs. Pollin, Ash and blogger Konczal

The Critique of Reinhart and Rogoff debt iron rule – interviews with professors Robert Pollin and Michael Ash from University of Massachusetts and blogger Mike Konczal of Rortybomb blog.
(c) Jorge Nascimento Rodrigues, April 2013

«Os BRIC nunca serão um bloco político e económico» (Ruchir Sharma)

Entrevista com Ruchir Sharma
Diretor de Mercados Emergentes e Macroeconomia Global na Morgan Stanley International Management, autor de “Breakout Nations”
(c) Jorge Nascimento Rodrigues, 2013

«A economia mundial está sem líder» (Peter Temin)

A conjuntura mundial que vivemos é especial, tal como no começo dos anos 30 do século passado, aquando da Grande Depressão que durou uma década, do domínio ideológico do padrão ouro que se manteve até quando já era tarde para reparar os seus malefícios e das políticas extremas de deflação seguidas em países-chave, como na Alemanha. O historiador económico, professor emérito de Economia do Massachusetts Institute of Technology (MIT) em Cambridge, Boston, pensa que, por agora, não estamos com muita sorte para fazer a transição sem um desastre.

Entrevista com Peter Temin, Cambridge/Mass., março 2013, por Jorge Nascimento Rodrigues (c)JNR, 2013

“More debt restructurings in the euro area are most likely” — Kenneth Rogoff

Kenneth Rogoff, professor of Harvard University and co-author of “This Time is Different”
“More debt restructurings in the euro area are most likely”
Interview by Jorge Nascimento Rodrigues in Cambridge, USA, in March 2013
Edited by João Proença Oliveira based on the interview published in Portuguese at EXPRESSO weekly newspaper, March 2013

Ecos de Chipre — Três entrevistas no calor da crise cipriota de março de 2013.

Entrevistas com a professora Petia Tanova, com a empresária russa Natalia Lazareva e com o especialista em geopolítica Harry Tzimitras, diretor do centro do PRIO em Nicósia.

A saga da semana da “guerra das divisas” antes e durante o G20 de Moscovo

O filme da “guerra de divisas” de fevereiro de 2013 antes e depois da reunião ministerial do G20 em Moscovo. Está mesmo em curso a guerra cambial? As desvalorizações competitivas estão na ordem do dia? O risco foi debelado com as palavras do comunicado do G20? Ou vai prosseguir por portas e travessas? (c) JNR, 2013

Guerra de divisas pode dominar G20 de 15 e 16 de fevereiro 2013

Os ministros das Finanças e banqueiros centrais do grupo de 20 principais economias do mundo vão reunir-se a 15 e 16 de fevereiro em Moscovo. A “guerra de divisas” estará na agenda, depois das mais recentes decisões de Shinzo Abe no Japão, e da intervenção de François Hollande sobre o euro no Parlamento europeu esta semana. BCE, pela primeira vez, refere o tema das taxas de câmbio na comunicação de balanço da reunião do conselho de governadores. (a)JNR, 2013

A primeira revisão de previsões pelo FMI sobre 2013: mais pessimismo, apesar do “otimismo no ar”

O Fundo Monetário Internacional, na sua atualização das previsões do Worl Economic Outlook de outubro de 2012, mostra-se mais pessimista sobre o andamento da economia mundial e reviu em baixa diversas previsões. A mais marcante mediaticamente foi a de passar de uma previsão de estagnação na zona euro em 2013 para uma recesssão ainda que ligeira.

Caso II visto pelo FMI: 4 cenários para Portugal até 2030 (crescimento medíocre e desemprego estrutural elevado)

Uma equipa do Fundo Monetário Internacional divulgou ontem um relatório sobre a economia portuguesa em que considera que “mais crescimento é um assunto de urgência”. Aponta quatro cenários até 2030. O hiato do produto, a produtividade e o desemprego estrutural são problemas críticos. Análise de um relatório de uma equipa do FMI publicado em 18 de janeiro de 2013. (Country Report 13/19)
(c) JNR, 2013

Caso I visto pelo FMI: Grécia insustentável sem o dizer

As duas faces do “ajustamento” na Grécia. Não basta olhar só para um lado – juros ou défice externo em queda. Há que seguir com atenção o outro: recessão, deflação, desemprego, risco político interno. É o que diz o Fundo Monetário Internacional na sua avaliação do andamento do programa grego.
Análise do Relatório do FMI de 18 de janeiro de 2013
(c) JNR, 2013