Países do default III: Referendo na Islândia: um “não” por uma questão de princípio
Os islandeses disseram aos europeus a 9 de abril que não há obrigação nenhuma dos cidadãos assumirem as perdas de um banco privado. A questão vai para tribunal europeu e a ilha arrisca-se a ver o processo de acesso à União Europeia bloqueado. Entrevistas com especialistas islandeses. E um “Olhar Português” de Luís Alves, da rede Lusofin.com. [TEXTO LONGO]
Suomi-sarilho: balanço das eleições na Finlândia
O distante país dos mil lagos tornou-se subitamente um tema político quente na periferia da zona euro. Portugal é o primeiro na linha do tsunami de efeitos da subida do partido dos Verdadeiros Finlandeses. Quatro analistas – três deles economistas finlandeses – analisam os resultados das eleições de 17 de abril
Portugal, Irlanda e Grécia ganhariam em atuar em conjunto
5 economistas portugueses radicados no estrangeiro comentam o contexto da fase inicial do ‘resgate’ de Portugal e admitem a possibilidade de uma situação de reestruturação da dívida no futuro. Nessa contingência, os três países até hoje intervencionados deveriam formar um ‘bloco’.
[Versão ampliada com novos entrevistados da mesa redonda inicial]
Aviso: TEXTO LONGO
Rating Agencies: diversification or changing the rules and the business model?
A virtual round table about the rating agencies was edited by Janelanaweb.com, listening in separate interviews to William White, former Head of the Monetary and Economic Department from May 1995 to June 2008 of the Bank for International Settlements and based in Basel, Bertrand Candelon, professor at Maastricht University School of Business and Economics, located in Netherlands, Franck Biancheri, leader of the Newropeans and research coordinator of the french forecasting consulting company LEAP in Paris, and Peter Cohan, professor at Babson College, blogger and analyst based in Boston.
Santiago Niño Becerra «España a lo largo del 2011 será intervenida: llegarán los Men in Black»
Santiago Niño Becerra en entrevista: «España a lo largo del 2011, será intervenida: llegarán los Men in Black y le dirán lo que hay que hacer, respecto al presupuesto, a su sistenma financiero; España entablará conversaciones bilaterales con sus principales acreedores, y, pienso, el destino final es una reestructuraciónd de su deuda: una quita: España no puede pagar el 400% de su PIB»
Países do default II: «Espanha vai acabar por ser intervencionada este ano» (Santiago Becerra)
Santiago Niño Becerra, professor de economia da Universidade Ramon Llull, Barcelona, um dos economistas politicamente “incorretos” alerta para recessão no país vizinho e que globalmente o pior ainda está para vir
“Os Portugueses precisam de sair da sua zona de conforto” (Pankaj Ghemawat)
Os empresários e investidores portugueses têm de saber lidar com as diferenças quando se internacionalizam e ir para além da “proximidade”, seja ela o espaço europeu (em que se concentram) ou o de língua comum. Têm de ter em conta a geoeconomia em profunda transformação e saber diversificar, procurando os mercados que estão a dar cartas no crescimento mundial. Mas para isso não se devem deixar vencer ou intimidar pelas barreiras.
Esta foi a principal mensagem de Pankaj Ghemawat (um nome difícil, que ele aconselha que se leia assim: pun-kuj ghé-má-wut), de 51 anos, nascido em Jodphur, na Índia, atual professor de estratégia global no IESE-Instituto de Estudios Superiores de la Empresa em Barcelona
Observatorio JNR en castellano desde Madrid
Observatorio JNR – geoeconomía, geopolítica, gestión, tecnología – comienza a publicar en castellano desde Madrid. Diez años después que Gurusonline.tv haya comenzado a publicar entrevistas con gurús de
gestión en castellano desde Buenos Aires. Edición en castellano por Pedro Loupa.
Os cisnes negros de 2011
11 especialistas da Europa, Ásia, Austrália e América do Norte adiantam 11 temas para estar de olho no próximo ano e alvitram como ‘cisnes negros’ mais negros o rebentar da “bolha” na China e nas matérias-primas.
[Texto Longo]
“Fiquei cético em relação aos líderes europeus” (Barry Eichengreen)
A gestão da atual crise da dívida por parte dos líderes da União Europeia deixou desapontado Barry Eichengreen, professor da Universidade de Berkeley, na Califórnia, o mais europeísta dos académicos americanos.