Caso II visto pelo FMI: 4 cenários para Portugal até 2030 (crescimento medíocre e desemprego estrutural elevado)
Uma equipa do Fundo Monetário Internacional divulgou ontem um relatório sobre a economia portuguesa em que considera que “mais crescimento é um assunto de urgência”. Aponta quatro cenários até 2030. O hiato do produto, a produtividade e o desemprego estrutural são problemas críticos. Análise de um relatório de uma equipa do FMI publicado em 18 de janeiro de 2013. (Country Report 13/19)
(c) JNR, 2013
Caso I visto pelo FMI: Grécia insustentável sem o dizer
As duas faces do “ajustamento” na Grécia. Não basta olhar só para um lado – juros ou défice externo em queda. Há que seguir com atenção o outro: recessão, deflação, desemprego, risco político interno. É o que diz o Fundo Monetário Internacional na sua avaliação do andamento do programa grego.
Análise do Relatório do FMI de 18 de janeiro de 2013
(c) JNR, 2013
O debate sobre a independência dos bancos centrais
Paul McCulley, ex guru de investimentos da PIMCO que criou o conceito de “sistema financeiro sombra”, e o académico Zoltan Pozsar, apresentaram um estudo em que afirmam que, em circunstâncias de deflação e armadilha de liquidez, tem de haver estreita cooperação entre a política monetária e a orçamental.
(c) JNR
Ecos de San Diego II — Krugman alerta sobre estagdeflação ou estagnação com inflação muito baixa
Nos anos 70 dominou a “estagflação”, ou estagnação económica com inflação; agora, as economias do mundo desenvolvido podem correr o risco de uma estagnação com deflação (estagdeflação) ou com inflação muito baixa, disse o Prémio Nobel de Economia de 2008 na reunião anual da American Economic Association em San Diego na primeira semana de janeiro de 2013.
Ecos de San Diego I — FMI volta a explicar-se sobre as suas “mudanças” de opinião
Gradualismo e não radicalismo à la Nike (Just do It) é a palavra de ordem, agora, do FMI. É preferível austeridade gradual, diz diretor do FMI na conferência anual da American Economic Association em San Diego na primeira semana de 2013. Carlo Cottarelli, diretor do Departamento de Assuntos Orçamentais do Fundo Monetário Internacional, falou num dos painéis da conferência anual da American Economic Association sobre as “evoluções” no pensamento da organização a propósito da gestão da crise em curso.
Olivier Blanchard (FMI) reafirma o erro do FMI, mas coloca água na fervura
Conclusões do primeiro estudo técnico de 2013 publicado a 3 de janeiro pelos “Working Papers” do FMI e assinado por Olivier Blanchard, conselheiro económico do Fundo, e Daniel Leigh, economista do Departamento de Investigação. Em “Growth Forecast Errors and Fiscal Multipliers “, os dois economistas do FMI voltam ao tema do multiplicador orçamental e dos erros de subestimação cometidos durante a gestão da atual crise.
«The BRICs never were and never will be an economic or political bloc» (Ruchir Sharma)
Ruchir Sharma is the author of “Breakout Nations”. He is the Head of Emerging Markets and Global Macro at Morgan Stanley Investment Management.
After the BRICS the name of the game is “breakout nations,” a group of surprises in the horizon.
A conversation with Ruchir Sharma
(c) JNR, 2012
Comunidade de informações dos EUA preocupada com gestão da crise na Europa
O National Intelligence Council, que funciona como conselho de reflexão geoestratégica da Administração norte-americana, coloca a Europa como “um caso especial” na sua análise prospetiva sobre a evolução mundial até 2030.
Richard Werner: o inimigo público do Japão é a deflação, o banco central tem de mudar de política monetária
O académico Richard Werner, pai da ideia de “alívio quantitativo” nos anos 1990, aconselha o novo primeiro-ministro japonês Shinzo Abe a mudar radicalmente os estatutos e a política do banco central nipónico. A política monetária e o papel do banco central tornaram-se, pela primeira vez, temas eleitorais.
Entrevista
(c) JNR, 2012
Entrevista com El-Erian (PIMCO): Regresso (difícil) de Portugal aos “mercados” em 2013, desequilíbrios na zona euro e bancos centrais
Portugal: dificuldade em regressar aos mercados em 2013, diz El-Erian em entrevista. Mesmo que cumpra as metas do memorando, a escala e âmbito da assistência financeira que Portugal recebe não é suficiente, diz Mohamed A. El-Erian, diretor-executivo da poderosa empresa de gestão de investimentos PIMCO. E o ambiente económico global continua a gerar volatilidade e aversão ao risco por parte dos investidores internacionais.
(c) JNR, 2012