Tendências
Tendências de Management
Tendências de Management
“Persigo” o homem desde 1993 - e realizei algumas memoráveis entrevistas com Krugman no MIT. Ao “olhar” para a reunião do G20 e para a expectativa na próxima vaga de «Obamanomics», revisitei o actual Nobel. Não o encontro pessoalmente desde 1998, ainda ele não tinha cabelos brancos e não escrevia no The New York Times. Da última vez que estive com ele e o entrevistei … falámos precisamente de Keynes. São esses «links» que deixo ao leitor mais interessado.
A radical view from a long insider from Wall Street
Janelanaweb.com presents Stephen McClellan, the author of Full of Bull: Do What Wall Street Does, Not What it Says, to Make Money in the Market
An interview by Jorge Nascimento Rodrigues, editor of Janelanaweb.com and Gurusonline.tv. November 2008
Estamos a viver uma passagem de um ciclo longo para outro, diz Brian Berry. Esta transição poderá durar mais três a quatro anos. Depois da brutal correcção bolsista em curso e da depressão económica esperada, uma nova onda levará a Revolução da Informação aos seus limites.
As bolsas mundiais parecem continuar a não acreditar nas reuniões e políticas promovidas pelos governos dos Estados Unidos, União Europeia e Japão. A derrocada parecia ter batido no fundo no dia 10 de Outubro, mas o mínimo no Dow Jones já foi ultrapassado a 24 de Outubro.
A multiplicação de reuniões internacionais, de facto, não acalma as bolsas. A divulgação dos maus resultados das empresas cotadas abate o moral. E ha diversos «pendentes» tóxicos na prateleira. Dizem que é apenas a ponta do icebergue.
Boas Pérolas a bons preços, diz a Bain & Co. A opinião de João Soares, um português regularmente em trânsito entre Lisboa e Sydney, «partner» a nível mundial da consultora de Boston.
Mais uma investigação oportuna de Chunka Mui, que inventou nos anos 1990 a célebre buzzword «killer application». O livro, agora publicado, intitulado ‘Lições de Biliões de Dólares’, não podia ser mais oportuno. Com base num estudo das 750 principais falências superiores a 500 milhões de euros dos últimos 25 anos, os consultores independentes Chunka Mui e Paul Carroll descobriram que 47% foram derivadas de péssimas estratégias. Ou seja, poderiam ter sido evitadas.
Em vez de adoptar tácticas de hostilização, legais ou subterrâneas, adopte uma estratégia «soft», use os seus talentos mesmo depois de eles terem ido embora. A melhor estratégia é cultivar os laços com os que saem e usar o «capital social» de que eles são portadores. É esse o resultado do estudo de Ian O. Williamson, um professor de gestão em Melbourne
Uma investigação de Raj Desai, da Universidade de Georgetown, em Washington DC, mostra que as empresas politicamente influentes são mais ineficientes, tendem a inovar menos e a criar artificialmente emprego.
O cientista americano David LePoire, do Argonne National Laboratory, explica como a eficiência energética salvou o mundo do apocalipse geoeconómico permitindo a redução do crescimento do consumo do ouro negro
Nuno Limão, investigador português na Universidade de Maryland, avaliou a elasticidade do comércio internacional em resposta ao aumento dos custos de transporte, o que permite prever a quebra das trocas mundiais por efeito do disparo do preço do barril de crude.