Tendências

Tendências de Management

Pergunta de algibeira: sabe quando Portugal atingiu o pico de endividamento (em relação ao PIB)?

O pico do peso da dívida pública no PIB ocorreu no ano fiscal de 1892-1893 quando atingiu 124,3%. Reinava D. Carlos I e ocorreu a última bancarrota da história económica portuguesa até à data.
(No quadro da investigação para a obra “Portugal na Bancarrota”).

Sobreendividamento provoca redução no crescimento

A dívida pública acima de 90% do PIB provoca nos países desenvolvidos um abrandamento na taxa de crescimento a longo prazo, segundo um novo estudo de Carmen Reinhart e Kenneth Rogoff que já haviam chamado a atenção em 2009 para essa correlação.

Conferência Internacional de Coimbra de abril 2012: Ficar no euro, mudando as regras

Economistas europeus discutiram em Coimbra nos dias 18 e 19 de abril o tema “A Zona Euro, de Maastricht a 2020, a crítica de um projeto e de um trajeto”. Avançam com um caminho alternativo. Entrevistas aos economistas estrangeiros presentes.

Eric Maskin (Nobel Prize in Economic Sciences 2007): “Austerity must be gradual”

“Imposing austerity when economies are in bad shape, does not seem appropriate. The slump will be longer. Austerity must be gradual. So sharply is counterproductive. Budget adjustments must be implemented in the long run, not immediately. You should reduce budgets in good times, not in bad times. Budgets should have been reduced during the good times. But this wasn’t done.” It is the view on fiscal adjustments of Eric Maskin, Nobel Prize in Economic Sciences of 2007, interviewed by Jorge Nascimento Rodrigues in Lisbon.
(c) Janelanaweb.com /LisWires, 2012

Dossiê BRICS: Da Cimeira em Nova Deli à relação de forças no FMI e Banco Mundial

Realizou-se dia 29 de março de 2012 na capital da Índia a 4ª cimeira das cinco principais potências emergentes. Economistas dos cinco países envolvidos comentam as expetativas em torno do encontro e depois o seu balanço. Um plano de ação foi aprovado pela primeira vez. Não é, ainda, o momento de macrodecisão do grupo, mas para lá se caminha.

HFT domina bolsas e entra nas commodities — a saga dos “algos”

A matemática, os computadores e os génios dos “algos” (diminutivo de algoritmos) estão a condenar à extinção os corretores de suspensórios e os investidores tradicionais. E aumentaram o risco sistémico nos mercados financeiros.

A 1ª Grande Guerra de Algoritmos — o mundo financeiro invísivel, em velocidade abaixo do segundo (uma conversa com o físico Neil Johnson)

A revista New Scientist divulgou esta semana os resultados de uma investigação que mostra como funciona, invisivelmente, a “negociação de alta frequência” nos mercados financeiros. Ouvimos para o semanário português Expresso (edição inline) o líder da equipa, o físico Neil Johnson, da Universidade de Miami.
Jorge Nascimento Rodrigues (c) 2012

“A great war of algorithms is already under way” – scientist Neil Johnson

Topic: High frequency trading and the future of financial systems. A conversation with physicist Neil Johnson, professor at the University of Miami, about the HFT reality.
INTERVIEW by Jorge Nascimento Rodrigues © 2012

A short conversation with professor Xu Hongcai (CCIEE, Beijing): “This year, world economy is facing a baptism of fire”

A short conversation with professor Xu Hongcai (CCIEE, Beijing):

Xu Hongcai is professor in Finance and one of the directors at the most important think tank based in Beijing, the China Center for International Economic Exchanges. Recently, during the visit of German chancellor Angela Merkel to China, he wrote a “memo” for the “Asian Pacific Memo” titled “Why China isn’t Buying Eurozone Bailout Bonds (Yet).”
INTERVIEW by Jorge Nascimento Rodrigues (c) 2012

Dipak C. Jain (reitor do INSEAD): Alavancar o espaço de língua portuguesa, sobretudo o Brasil

Conselho do indiano Dipak C. Jain, reitor do INSEAD: Os empresários portugueses podem globalizar-se usando a língua portuguesa comum com o Brasil

A língua tem valor de mercado internacional e pode servir de alavanca em alianças com o Brasil com vista à globalização de marcas e empresas portuguesas. O português é uma das línguas globais e o facto de o Brasil ser hoje uma das potências emergentes dos BRIC pode ser útil à estratégia de projeção global dos empresários portugueses.
Entrevista por Jorge Nascimento Rodrigues (c)