Tendências
Tendências de Management
Tendências de Management
O Fundo Monetário Internacional, na sua atualização das previsões do Worl Economic Outlook de outubro de 2012, mostra-se mais pessimista sobre o andamento da economia mundial e reviu em baixa diversas previsões. A mais marcante mediaticamente foi a de passar de uma previsão de estagnação na zona euro em 2013 para uma recesssão ainda que ligeira.
Uma equipa do Fundo Monetário Internacional divulgou ontem um relatório sobre a economia portuguesa em que considera que “mais crescimento é um assunto de urgência”. Aponta quatro cenários até 2030. O hiato do produto, a produtividade e o desemprego estrutural são problemas críticos. Análise de um relatório de uma equipa do FMI publicado em 18 de janeiro de 2013. (Country Report 13/19)
(c) JNR, 2013
As duas faces do “ajustamento” na Grécia. Não basta olhar só para um lado – juros ou défice externo em queda. Há que seguir com atenção o outro: recessão, deflação, desemprego, risco político interno. É o que diz o Fundo Monetário Internacional na sua avaliação do andamento do programa grego.
Análise do Relatório do FMI de 18 de janeiro de 2013
(c) JNR, 2013
Paul McCulley, ex guru de investimentos da PIMCO que criou o conceito de “sistema financeiro sombra”, e o académico Zoltan Pozsar, apresentaram um estudo em que afirmam que, em circunstâncias de deflação e armadilha de liquidez, tem de haver estreita cooperação entre a política monetária e a orçamental.
(c) JNR
Nos anos 70 dominou a “estagflação”, ou estagnação económica com inflação; agora, as economias do mundo desenvolvido podem correr o risco de uma estagnação com deflação (estagdeflação) ou com inflação muito baixa, disse o Prémio Nobel de Economia de 2008 na reunião anual da American Economic Association em San Diego na primeira semana de janeiro de 2013.
Gradualismo e não radicalismo à la Nike (Just do It) é a palavra de ordem, agora, do FMI. É preferível austeridade gradual, diz diretor do FMI na conferência anual da American Economic Association em San Diego na primeira semana de 2013. Carlo Cottarelli, diretor do Departamento de Assuntos Orçamentais do Fundo Monetário Internacional, falou num dos painéis da conferência anual da American Economic Association sobre as “evoluções” no pensamento da organização a propósito da gestão da crise em curso.
Conclusões do primeiro estudo técnico de 2013 publicado a 3 de janeiro pelos “Working Papers” do FMI e assinado por Olivier Blanchard, conselheiro económico do Fundo, e Daniel Leigh, economista do Departamento de Investigação. Em “Growth Forecast Errors and Fiscal Multipliers “, os dois economistas do FMI voltam ao tema do multiplicador orçamental e dos erros de subestimação cometidos durante a gestão da atual crise.
O National Intelligence Council, que funciona como conselho de reflexão geoestratégica da Administração norte-americana, coloca a Europa como “um caso especial” na sua análise prospetiva sobre a evolução mundial até 2030.
O futuro do grupo alternativo ao G7 continua envolto em polémica. A crise empurrou-o para a ribalta, mas os problemas internos que afligem Brasil, Rússia, Índia e China suscitam muitas dúvidas sobre a sua força real.
(c) JNR, 2012
Um artigo de uma equipa do Fundo Monetário Internacional conclui que a despesa pública em períodos em que o hiato do produto é negativo tem um efeito multiplicador positivo que tem sido subestimado. E aconselha a uma “consolidação gradual”.